Candidatos autárquicos ignoram questionário sobre a Barragem do Tua formulado pela COAGRET Portugal
A COAGRET Portugal, associação que defende os interesses dos afectados por grandes infra-estruturas hidráulicas, lançou um desafio a todos os candidatos dos partidos que nestas eleições autárquicas concorrem nas circunscrições territoriais correspondentes aos concelhos abrangidos pelo projecto da futura barragem de Foz Tua.
O desafio baseava-se num questionário onde se formulava quatro perguntas em que os candidatos apenas tinham que responder sim ou não. O corpo redactorial do inquérito pretendia perguntar aos diversos partidos se “defendiam o modelo espanhol para a gestão da Linha do Tua; se defendiam a sua classificação como património da humanidade; se arriscavam a desclassificação da paisagem do Alto Douro Vinhateiro na lista da UNESCO e se defendiam o aproveitamento económico da canoagem no rio Tua e a sua salvaguarda por razões éticas”
Embora enviado com alguma antecedência, nenhum dos candidatos respondeu ao questionário, com excepção do Bloco de Esquerda de Carrazeda de Ansiães, resposta, que apesar de tudo, a COAGRET considera uma não resposta.
Face a este silêncio a associação que luta contra a construção da Barragem do Tua já se manifestou, considerando que a classe política ”não leva a política a sério”.
À COAGRET Portugal junta-se ainda a voz de Daniel Conde, activista do Movimento Cívico Pela Linha do Tua, que consignou o referido inquérito em nome individual.
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O desafio baseava-se num questionário onde se formulava quatro perguntas em que os candidatos apenas tinham que responder sim ou não. O corpo redactorial do inquérito pretendia perguntar aos diversos partidos se “defendiam o modelo espanhol para a gestão da Linha do Tua; se defendiam a sua classificação como património da humanidade; se arriscavam a desclassificação da paisagem do Alto Douro Vinhateiro na lista da UNESCO e se defendiam o aproveitamento económico da canoagem no rio Tua e a sua salvaguarda por razões éticas”
Embora enviado com alguma antecedência, nenhum dos candidatos respondeu ao questionário, com excepção do Bloco de Esquerda de Carrazeda de Ansiães, resposta, que apesar de tudo, a COAGRET considera uma não resposta.
Face a este silêncio a associação que luta contra a construção da Barragem do Tua já se manifestou, considerando que a classe política ”não leva a política a sério”.
À COAGRET Portugal junta-se ainda a voz de Daniel Conde, activista do Movimento Cívico Pela Linha do Tua, que consignou o referido inquérito em nome individual.
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