«Mirandela» acusa Centro Hospitalar do Nordeste
O presidente da Câmara de Mirandela acusou a administração do Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE) de violar o protocolo celebrado entre a sua autarquia e o Ministério da Saúde, noticiou ontem a Agência Lusa.
José Silvano aponta o dedo a Sampaio da Veiga por ter violado o protocolo celebrado entre a Câmara e o Ministério da Saúde.
A questão centra-se em redor da alteração do serviço prestado pelos cinco cirurgiões do hospital de Mirandela.
O autarca acusou a administração do CHNE de pretender alterar o regime de serviço dos cinco cirurgiões que actualmente prestam serviço no hospital de Mirandela, e de ameaçar “encerrar a cirurgia durante a noite se os profissionais recusarem as condições propostas” pelo Ministério da Saúde.
José Silvano suspeita que o centro hospitalar pretende que os cirurgiões deixem de estar em presença física durante a noite, passando a regime de prevenção, em que respondem à chamada em caso de necessidade, como no caso dos restantes serviços de urgência que estão a ser praticados nos Centros de Saúde da região.
Relativamente a esta questão a sociedade civil mirandelense já se manifestou através de um comunicado de imprensa do Movimento Cívico Por Mirandela, onde se considera que “a decisão do Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE) de encerrar o serviço de Urgências médico-cirúrgicas entre as 24 e as 8 da manhã, é um total desrespeito pelo protocolo assinado ainda há poucos dias entre o Ministério da Saúde e a Câmara de Mirandela.”
O Movimento Cívico Por Mirandela concebe que este é mais um duro golpe na saúde do concelho e uma «prova insofismável da existência de um “lobbie” instalado na administração do CHNE, tendo como único objectivo retirar a importância da Unidade Hospitalar de Mirandela e apenas defendendo os interesses da unidade de Bragança».
Este movimento de intervenção social local defende ainda que “a Administração do CHNE não reúne mais condições para se manter nesse cargo, e que quem os nomeou, os exonere em tempo útil, antes que existam vítimas destas medidas injustas”.
O Movimento Cívico Por Mirandela prepara-se para ”combater estas medidas apenas economicistas do CHNE” através da recolha de “ 4000 assinaturas, para levar este assunto a debate no Parlamento caso esta medida não seja revogada, utilizando assim o princípio da democracia participativa, legalmente prevista na lei”, sublinham no seu comunicado.
José Silvano aponta o dedo a Sampaio da Veiga por ter violado o protocolo celebrado entre a Câmara e o Ministério da Saúde.
A questão centra-se em redor da alteração do serviço prestado pelos cinco cirurgiões do hospital de Mirandela.
O autarca acusou a administração do CHNE de pretender alterar o regime de serviço dos cinco cirurgiões que actualmente prestam serviço no hospital de Mirandela, e de ameaçar “encerrar a cirurgia durante a noite se os profissionais recusarem as condições propostas” pelo Ministério da Saúde.
José Silvano suspeita que o centro hospitalar pretende que os cirurgiões deixem de estar em presença física durante a noite, passando a regime de prevenção, em que respondem à chamada em caso de necessidade, como no caso dos restantes serviços de urgência que estão a ser praticados nos Centros de Saúde da região.
Relativamente a esta questão a sociedade civil mirandelense já se manifestou através de um comunicado de imprensa do Movimento Cívico Por Mirandela, onde se considera que “a decisão do Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE) de encerrar o serviço de Urgências médico-cirúrgicas entre as 24 e as 8 da manhã, é um total desrespeito pelo protocolo assinado ainda há poucos dias entre o Ministério da Saúde e a Câmara de Mirandela.”
O Movimento Cívico Por Mirandela concebe que este é mais um duro golpe na saúde do concelho e uma «prova insofismável da existência de um “lobbie” instalado na administração do CHNE, tendo como único objectivo retirar a importância da Unidade Hospitalar de Mirandela e apenas defendendo os interesses da unidade de Bragança».
Este movimento de intervenção social local defende ainda que “a Administração do CHNE não reúne mais condições para se manter nesse cargo, e que quem os nomeou, os exonere em tempo útil, antes que existam vítimas destas medidas injustas”.
O Movimento Cívico Por Mirandela prepara-se para ”combater estas medidas apenas economicistas do CHNE” através da recolha de “ 4000 assinaturas, para levar este assunto a debate no Parlamento caso esta medida não seja revogada, utilizando assim o princípio da democracia participativa, legalmente prevista na lei”, sublinham no seu comunicado.

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