Vinhais recebe o XII Congresso Federativo do Partido Socialista do distrito de Bragança
O XII Congresso Federativo do Partido Socialista de Bragança sobre o lema “Força de Mudança” encerrou, Domingo, na vila de Vinhais, o périplo de congressos de todas as Federações do partido socialista espalhadas pelo país.
A Moção de Estratégia Global “Novos Desafios, Novos Horizontes”, tendo como primeiro subscritor Mota Andrade, foi discutida e comentada pelos congressistas. “Mais e melhores condições”, “os serviços daqui não desaparecerão”, “o distrito tem que crescer e ganhar notoriedade, tem que ganhar serviços e não perde-los” e “o PS nunca encerrou serviços” foram algumas das expressões utilizadas no discurso de apresentação da moção do Presidente da Federação.
Segundo Mota Andrade, “as fracas acessibilidades existentes no distrito foram o calcanhar de Aquiles nos governos do partido Socialista, mas com o programa ambicioso deste governo pretende-se colmatar essa lacuna”.
Na intervenção de Américo Pereira, sobressaiu o esquecimento que se tem registado para com o concelho de Vinhais, e afirmou que “ o eixo Bragança, Macedo e Mirandela não pode continuar a existir”, explicando que “Vinhais, é o 4.º concelho do distrito”. O autarca de Vinhais criticou também os seus colegas autárquicos do PSD que não olham a região como um todo, preocupando-se apenas com os seus concelhos.
Berta Nunes, responsável pelos cuidados primários de saúde, na sua intervenção salientou que “não vamos encerrar serviços, vamos melhorá-los” e “o PS está de facto a investir no distrito. Neste momento há muito barulho, mas ao ruído que se reponha a verdade dos factos”, declarou a médica.
Jorge Gomes, actual Governador Civil de Bragança, também afirmou que “nunca aconteceu o Partido Socialista encerrar nenhum serviço. Apenas se está a reestruturar e organizar serviços”.
“Populismo demagógico” foi a expressão mais ouvida neste congresso, em relação às movimentações no distrito, todas elas, convicção dos congressistas, fomentadas pelo PSD devido a hipotéticos encerramento de serviços.
De todos os congressistas inscritos, apenas uma facção do partido Socialista de Mirandela não apoiou a moção apresentada pela Federação, dizendo na sua intervenção que “não se revêem no programa do Mota Andrade”, “Haja coragem quando o PS é governo ou oposição” e “somos agora oposição interna no distrito”. Esta facção tinha uma moção para apresentar ao congresso, mas não o pode fazer uma vez que só era subscrita por três pessoas e no mínimo teriam que ser quinze delegados.
O presidente da Juventude Socialista, Bruno Veloso, na sua intervenção, referindo-se ao PSD, afirmou que “o populismo e interesse pessoal é muito maior que o interesse pelas populações”. O presidente da JS diz que deve haver “um desenvolvimento harmonioso da região”, defendendo a “descentralização”, e aquilo que o jovem dirigente designou por “ batalha da regionalização”.
A moção “Novos Desafios, Novos Horizontes” foi aprovada com 114 votos a favor e duas abstenções. Na eleição dos órgãos da Federação, venceu a única lista existente com 114 votos a favor e dois votos em branco.
No discurso de encerramento, o Presidente da Federação, agradeceu ao Presidente da Comissão de Coordenação e desenvolvimento da Região Norte (CCDRN), Carlos Lage a sua presença, ao anfitrião a hospitalidade, a participação empenhamento de todos os congressistas, militantes do PS e convidados, onde se incluiu uma delegação da CDU.
Carlos Lage encerrou este congresso e no seu discurso afirmou que este é o “momento charneira a nível nacional, é o momento para mudar o sistema. É preciso apostar na força renovadora da política, cujo grande impulsionador tem um nome: 1.º Ministro José Sócrates”.
O congresso, bastante morno, encerrou com a distribuição de rosas a todas as mães presentes, dado nesse dia se ter celebrado o dia da Mãe.
[09-05-2006] NN
A Moção de Estratégia Global “Novos Desafios, Novos Horizontes”, tendo como primeiro subscritor Mota Andrade, foi discutida e comentada pelos congressistas. “Mais e melhores condições”, “os serviços daqui não desaparecerão”, “o distrito tem que crescer e ganhar notoriedade, tem que ganhar serviços e não perde-los” e “o PS nunca encerrou serviços” foram algumas das expressões utilizadas no discurso de apresentação da moção do Presidente da Federação.
Segundo Mota Andrade, “as fracas acessibilidades existentes no distrito foram o calcanhar de Aquiles nos governos do partido Socialista, mas com o programa ambicioso deste governo pretende-se colmatar essa lacuna”.
Na intervenção de Américo Pereira, sobressaiu o esquecimento que se tem registado para com o concelho de Vinhais, e afirmou que “ o eixo Bragança, Macedo e Mirandela não pode continuar a existir”, explicando que “Vinhais, é o 4.º concelho do distrito”. O autarca de Vinhais criticou também os seus colegas autárquicos do PSD que não olham a região como um todo, preocupando-se apenas com os seus concelhos.
Berta Nunes, responsável pelos cuidados primários de saúde, na sua intervenção salientou que “não vamos encerrar serviços, vamos melhorá-los” e “o PS está de facto a investir no distrito. Neste momento há muito barulho, mas ao ruído que se reponha a verdade dos factos”, declarou a médica.
Jorge Gomes, actual Governador Civil de Bragança, também afirmou que “nunca aconteceu o Partido Socialista encerrar nenhum serviço. Apenas se está a reestruturar e organizar serviços”.
“Populismo demagógico” foi a expressão mais ouvida neste congresso, em relação às movimentações no distrito, todas elas, convicção dos congressistas, fomentadas pelo PSD devido a hipotéticos encerramento de serviços.
De todos os congressistas inscritos, apenas uma facção do partido Socialista de Mirandela não apoiou a moção apresentada pela Federação, dizendo na sua intervenção que “não se revêem no programa do Mota Andrade”, “Haja coragem quando o PS é governo ou oposição” e “somos agora oposição interna no distrito”. Esta facção tinha uma moção para apresentar ao congresso, mas não o pode fazer uma vez que só era subscrita por três pessoas e no mínimo teriam que ser quinze delegados.
O presidente da Juventude Socialista, Bruno Veloso, na sua intervenção, referindo-se ao PSD, afirmou que “o populismo e interesse pessoal é muito maior que o interesse pelas populações”. O presidente da JS diz que deve haver “um desenvolvimento harmonioso da região”, defendendo a “descentralização”, e aquilo que o jovem dirigente designou por “ batalha da regionalização”.
A moção “Novos Desafios, Novos Horizontes” foi aprovada com 114 votos a favor e duas abstenções. Na eleição dos órgãos da Federação, venceu a única lista existente com 114 votos a favor e dois votos em branco.
No discurso de encerramento, o Presidente da Federação, agradeceu ao Presidente da Comissão de Coordenação e desenvolvimento da Região Norte (CCDRN), Carlos Lage a sua presença, ao anfitrião a hospitalidade, a participação empenhamento de todos os congressistas, militantes do PS e convidados, onde se incluiu uma delegação da CDU.
Carlos Lage encerrou este congresso e no seu discurso afirmou que este é o “momento charneira a nível nacional, é o momento para mudar o sistema. É preciso apostar na força renovadora da política, cujo grande impulsionador tem um nome: 1.º Ministro José Sócrates”.
O congresso, bastante morno, encerrou com a distribuição de rosas a todas as mães presentes, dado nesse dia se ter celebrado o dia da Mãe.
[09-05-2006] NN

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