Manuel Alegre esteve de visita ao Nordeste Transmontano na passada quinta e sexta-feira. No primeiro dia, o candidato às presidenciais percorreu as localidades dos concelhos de Chaves e Vila Real, no segundo deambulou pelos municípios de Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela.
Na cidade de Macedo de Cavaleiros, a visita começou pela Santa Casa da Misericórdia, local onde Manuel Alegre tomou um pequeno almoço farto, com as tradicionais alheiras da região, e onde elogiou também o papel preponderante destas instituições na promoção da coesão social.
O candidato, que não se encontra apoiado por nenhum tipo de partido, está convicto que até ao próximo dia 22 de Janeiro vai convencer muitos indecisos a votarem na sua candidatura e que conseguirá rumar até à segunda volta. “A batalha ainda não está ganha, mas a batalha ainda não está perdida”, afirma Manuel Alegre.
Para o candidato não há vencedores antecipados e, por isso Alegre sente-se surpreendido com as declarações que ouve de alguns dos seus adversários nesta luta por Belém.
Em Vila Real, Manuel Alegre não quis falar da criação de um novo partido, mas reforçou a ideia da importância da cidadania no nosso país. Uma quinta-feira que terminou com a homenagem de Manuel Alegre, candidato-poeta, a Miguel Torga, um seu poeta de eleição.
Ainda em Bragança, Manuel Alegre lançou críticas ao cartaz que José Silvano, autarca de Mirandela, quer colocar à entrada do distrito de Bragança: “Aqui termina Portugal”. O candidato considera que na região transmontana começa Portugal e não o contrário.
NN [16-101-2006] Miguel Midões
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